Friedrich reforça legião brasileira no futebol saudita

Michael, Romarinho, Bruno Henrique e Marcelo Grohe são alguns dos brasileiros que jogam no pouco conhecido futebol árabe, mas encantam seus torcedores

Foto: Frederico Tadeu/Avaí F.C.

O goleiro Douglas Friedrich, 33 anos, encerrou sua segunda passagem pelo Avaí e acertou sua transferência para o Al-Khaleej, de Jeddah, da Arábia Saudita. Destaque do time em 2017, Douglas voltou ao clube catarinense em nesta temporada de 2022, depois de três anos no Bahia e uma passagem pelo Juventude no Brasileirão de 2021.

Pelo Avaí, Douglas disputou tem 52 partidas e ficou 19 sem sofrer gols nas duas passagens. Além de Bahia e Juventude, o goleiro atuou também por Capivariano-SP, Ituano-SP, Caxias-RS e Bragantino. Em 2016, chegou a ser contratado pelo Corinthians, mas não entrou em campo pelo time paulista.

Douglas defenderá o Al Khaleej, na Liga Saudita, e será mais um brasileiro, do grupo de 15 nomes que atuam na atual edição. Conheça alguns outros nomes que estão brilhando por lá:

Marcelo Grohe

Foto: Ittihad / Divulgação

Mais um goleiro, Marcelo Grohe com o Grêmio foi campeão da Copa do Brasil, da Libertadores, da Recopa Sulamericana além de ter vencido também a série B do Campeonato Brasileiro de 2005. Aos 35 anos defende o Al Ittihad desde 2019, time da primeira divisão saudita e acumula fãs pelo país, em dezembro de 2020 foi eleito o melhor goleiro do futebol árabe do mês. Pelo Ittihad Grohe tem 80 partidas disputadas, sem ter sido vazado em 23 delas.

O time que já foi treinado por Fábio Carille também conta com o atacante ex-Corinthians Romarinho, carrasco palmeirense e um dos heróis da Libertadores de 2012. Além dele, o volante Bruno Henrique com passagens por Corinthians e Palmeiras, conquistando um campeonato brasileiro por cada um.

Anderson Talisca

Foto: Al Nassr / divulgação

Anderson Talisca surgiu no Bahia onde atuou por 33 jogos marcando 4 gols. Em julho do ano passado integrou o elenco o Al Nassr. Sua adaptação foi rápida e em seu primeiro ano no país fez o mesmo número de jogos que fez pelo Bahia, 33, mas marcou 22 gols além de 4 assistências. Estes números deram a ele o carimbo de craque do time e caiu rapidamente nas graças da torcida.

Clubes do Brasil observam atentamente a situação de Talisca em seu novo clube e a todo momento seu nome é veiculado como ponto de interesse de Grandes clubes como Corinthians, Palmeiras, Flamengo e seu clube formador, o Bahia.

Foto: Al-Hilal / Divulgação

Michael

Michael atuou no Flamengo em 2021 e após um início conturbado ele mostrou seu bom futebol e conquistou o carinho da torcida rubro-negra. No clube carioca Michael conquistou uma Campeonato Brasileiro, uma Supercopa do Brasil e uma Recopa Sul-Americana.

Em Janeiro de 2021 se transferiu ao futebol árabe para defender as cores do Al Hilal, time que disputou a última edição do mundial de clubes. Em sua primeira temporada no clube atraiu a atenção da torcida por sua velocidade e seus dribles. Foi campeão Saudita, tendo atuado em 19 partidas na temporada, anotando 3 tentos e dando 4 assistências.

A torcida o vê como craque e até pede o atacante no grupo do técnico Tite na Seleção Brasileira.

Raphael Veiga completa 200 jogos pelo Palmeiras; confira os números

Contratado em 2017 e no clube desde 2019, o meia chegou a marca de 200 jogos na partida contra o Cuiabá, com números impressionantes e muitos títulos

Foto: Cesar Greco/Palmeiras

Um dos principais nomes do Palmeiras dessa geração vencedora, bicampeã da América, o meia Raphael Veiga completou 200 partidas com a camisa do Palmeiras.

O jogador chegou ao verdão em 2017, com 21 anos, após boa temporada pelo Coritiba naquele ano, quando disputou 22 partidas, marcou 3 gols e deu 3 assistências. Seu desempenho despertou o interesse palmeirense que desembolsou cerca de R$ 4,5 milhões na compra de 50% do atleta junto ao clube paranaense.

Um início lento e um empréstimo

Em sua primeira temporada no Palmeiras Veiga fez 11 partidas pelo Campeonato Brasileiro, mas teve um desempenho abaixo do esperado, sem marcar gol e dando apenas uma assistência. Ao todo o meio campista jogou 322 minutos na temporada decepcionando a torcida e os dirigentes o que levou o jogador a ser emprestado na temporada seguinte ao seu antigo rival, o Athletico Paranaense.

No Furacão, o jogador recuperou o bom futebol com uma temporada que levou à conquista da Copa Sul-Americana sobre o Junior Barranquilla-COL. Veiga foi um dos destaques da equipe paranaense fazendo 41 partidas, 10 gols e de 8 assistências.

O retorno ao Palmeiras

Foto: Cesar Greco/Palmeiras

Em 2019, seu retorno gerou muita expectativa no Verdão, mas o meia não foi titular no início, atuando ainda por grande parte da temporada numa posição que não era a ideal, fazendo a função de segundo volante. O ano terminou sem títulos e o meia participou de 25 jogos, marcando 4 gols e dando 2 assistências

Em 2020, Veiga conseguiu finalmente fazer sua primeira grande temporada pelo Palmeiras. No ano em que o futebol ficou paralisado devido à pandemia da Covid-19, a primeira conquista veio em agosto, sob o comando de Luxemburgo. O Paulistão vencido sobre o Corinthians, nas penalidades, com cobrança convertida por Veiga. O jogador ficou com o protagonismo no segmento da temporada e conduziu o Verdão ao títulos da Libertadores e da Copa do Brasil.

Veiga disputou 53 partidas e marcou 18 gols com 4 assistências na temporada 2020, tendo sua melhor temporada até então em sua carreira. Foi indicado ao título de Rei da América por seu desempenho na Libertadores e ganhou o prêmio Bola de Prata no Brasileirão.

Em 2021, o meio campo melhorou ainda mais seu desempenho e se tornou o jogador mais decisivo da equipe alviverde. O Palmeiras conquistou a Libertadores pelo segundo ano consecutivo sobre o Flamengo e Veiga anotou seu tento, abrindo o placar da decisão no Uruguai. Mantendo suas marcas da temporada anterior, Veiga participou de 54 partidas e anotou os mesmos 18 gols e deu 4 assistências.

A temporada de 2022 está na metade e Raphael Veiga já participou de 38 jogos, porém superou suas marcas anteriores, tendo marcado 19 gols e distribuído 7 assistências. Apesar da eliminação na Copa do Brasil, Veiga voltou a marcar após pouco mais de um mês em que se recuperou de uma lesão na coxa direita.

Ao Lado de Dudu, Weverton e Rony, Raphael Veiga é um dos símbolos da equipe de Abel Ferreira e é a esperança de gols na noite, que pode ser uma das mais importantes pelo Palmeiras.

Raphael Veiga pelo Palmeiras (2017 e 2019-2022):
200 jogos
62 gols
20 assistências
6 títulos
3° maior artilheiro do século

Christian Eriksen é a peça que o Manchester United precisava?

Dinamarquês assina com os Red Devils sem custos, após seu contrato com o Brentford se expirar

Há uma nova cara pintando em Manchester. Trata-se de Christian Eriksen, meia de 30 anos de idade. A primeira grande contratação de equipe para essa temporada e a segunda no total (a primeira foi o lateral esquerdo Malacia, vindo do Feyenoord).

Antes de acertar com o United, Eriksen foi especulado por outros clubes, como Tottenham e Brentford, O primeiro vinha forte com a reformulação proposta por Antonio Conte e ainda queria contratar um meia ofensivo. O fator da idolatria também pesava, já que fez história com os londrinos alcançando a final da UEFA Champions League na temporada 2018/19, quando foram derrotados pelo Liverpool.

Com a camisa branca e azulada, o meia dinamarquês disputou 305 jogos, 69 gols e deu 90 assistências. Já o segundo foi o clube que abriu as portas para o retorno do dinamarquês, após sofrer de uma parada cardiorrespiratória e ficar diversos meses em recuperação, sem poder treinar (leia mais). O Brentford chegou a oferecer uma oferta de renovação contratual, que foi deixada “em espera” por Eriksen.

Os diabos vermelhos eram os menos favoritos, de acordo com a imprensa, para fechar com o jogador, que foi anunciado na manhã dessa sexta-feira (15). O contrato tem duração de três anos e vai até junho de 2025. O clube ainda trata mais duas contratações: o zagueiro/volante Lisandro Martínez, argentino que joga no Ajax da Holanda e Frenkie De Jong, meia holandês do Barcelona.

Números de Christian Eriksen na carreira

Ajax (09/10 – 13/14)
Jogos: 163
Gols: 32
Assistências: 65

Tottenham (13/14 – 19/20)
Jogos: 305
Gols: 69
Assistências: 90

Inter de Milão (19/20 – 20/21)
Jogos: 60
Gols: 8
Assistências: 3

Brentford (21/22)
Jogos: 11
Gols: 1
Assistências: 4

Seleção Dinamarquesa
Jogos: 115
Gols: 38
Assistências: 26

Palmeiras perdeu as cinco disputas por pênaltis na era Abel

Derrota para o São Paulo, nos pênaltis, foi a segunda consecutiva na Copa do Brasil e a 5ª desde 2020, desde a entrada do técnico português

O Palmeiras foi eliminado da Copa do Brasil pelo segundo ano seguido, outra vez em casa, no Allianz Parque, e mais uma vez nos pênaltis. Depois de cair para o CRB, em 2021, na Terceira Fase, o alviverde caiu para o São Paulo, no Allianz Parque. 

O revés na disputa por pênaltis foi o 5º seguido do Palmeiras na era do técnico Abel Ferreira, desde novembro de 2020. Em 2021, o time perdeu para Ah Ahly, do Egito, na disputa do 3º lugar no Mundial de Clubes da Fifa. Pouco depois, perdeu duas finais da mesma forma: para o Flamengo, na Supercopa do Brasil, e para o Defensa y Justicia, da Argentina, na Recopa Sul-Americana. 

Nas cinco disputas, o Palmeiras converteu apenas 12 de suas 26 cobranças e acabou desperdiçando 14 delas. Gustavo Scarpa e Gustavo Gómez foram os jogadores que mais fizeram gols de pênalti (4 cada), sem perder nenhuma cobrança. Por outro lado, Luiz Adriano foi quem mais errou (3 pênaltis em 3 cobranças). Outros 11 jogadores perderam também. Já o goleiro Weverton pegou 5 das 30 cobranças (outras 4 foram para fora ou na trave). 

Veja abaixo as disputas de pênalti do Palmeiras na era Abel Ferreira (2020-2022):

Copa do Brasil 2022 (oitavas de final) – Allianz Parque

Palmeiras 3 x 4 São Paulo
Raphael Veiga perdeu (Jandrei defendeu)
Wesley perdeu (Jandrei defendeu)
– Gustavo Scarpa, Gustavo Gómez e Piquerez converteram
– Weverton pegou 1 das 5 cobranças

Copa do Brasil 2021 (3ª Fase) – Allianz Parque
Palmeiras 3 x 4 CRB
Lucas Lima perdeu (Diogo Silva defendeu)
Breno Lopes perdeu (Diogo Silva defendeu)
Luiz Adriano perdeu (travessão)
Marcos Rocha perdeu (fora)
– Willian, Gustavo Scarpa e Victor Luís converteram
– Weverton pegou 1 das 7 cobranças. 2 para fora

Recopa Sul-Americana 2021 (Final) – Mané Garrincha
Palmeiras 3 x 4 Defensa y Justicia-ARG
Luiz Adriano perdeu (trave)
Weverton perdeu (travessão)
– Gabriel Menino, Gustavo Gómez e Rony converteram
– Weverton pegou 0 das 4 cobranças

Supercopa do Brasil 2021 (Final) – Mané Garrincha
Palmeiras 5 x 6 Flamengo
Luan perdeu (Diego Alves defendeu)
Danilo perdeu (Diego Alves defendeu)
Mayke perdeu (Diego Alves defendeu)
– Raphael Veiga, Gustavo Gómez, Gustavo Scarpa, Matías Viña e Gabriel Veron converteram
– Weverton pegou 2 das 9 cobranças. 1 no travessão

Palmeiras tem a maior probabilidade de vencer o Brasileirão

Líder após a 16ª rodada, o Palmeiras tem 41,2% de chance de ganhar o Campeonato Brasileiro, seguido pelo Atlético-MG, que tem 35,9%

Mesmo com tropeços nas últimas rodadas (derrota para o Athletico-PR e empates contra Avaí e Fortaleza), o Palmeiras conseguiu manter a liderança do Brasileirão ao final dessa 16ª rodada.

No topo da tabela de classificação desde a 10ª rodada, o Verdão já acumula 7 rodadas seguidas como líder e vem como o time com a maior probabilidade de vencer o Brasileirão de 2022 segundo o site Chance de Gol, com 41,2% de chance. O Atlético-MG, atual campeão, aparece na 2ª posição entre os maiores candidatos, com 35,9%.

O Fluminense, que venceu as últimas quatro partidas, surge na 3ª posição entre os times com mais chances, com 6,8%. O Corinthians, vice-líder, um ponto atrás do Palmeiras, tem 6,4% de chance. Já o Internacional, que pulou para a 3º colocação do Brasileirão, vem com apenas 1,3% de chance segundo o Chance de Gol.

Chance de título no Brasileirão 2022 após a 16ª rodada

41,8% – Palmeiras
35,9% – Atlético-MG
6,8% – Fluminense
6,4% – Corinthians
3,3% – Flamengo
3,1% – Athletico-PR
1,3% – Internacional
1% – São Paulo

Luta contra o rebaixamento

Por outro lado, na briga contra o rebaixamento para a Série B de 2022, o Juventude aparece com o time com maior probabilidade de queda com 94,4% de chance, seguido pelo Avaí (81,5%) e o lanterna Fortaleza, com 58,1%.

94,4% – Juventude 58,1% – Fortaleza 81,5% – Avaí 34,4% – Atlético-GO 29,5% – Coritiba 28,2% – Goiás 21,6% – Cuiabá 19,8% – América-MG 10,9% – Ceará 9,5% – Botafogo 6,1% – Santos 4,9% – Bragantino

Entre os considerados grandes, o Botafogo, que ganhou a Série B em 2021, é quem tem a maior chance de queda para Segunda Divisão (9,5%), seguido pelo Santos, com 6,1%.

Chance de rebaixamento no Brasileirão 2022 após a 16ª rodada

94,4% – Juventude
81,5% – Avaí
58,1% – Fortaleza
34,4% – Atlético-GO
29,5% – Coritiba
28,2% – Goiás
21,6% – Cuiabá
19,8% – América-MG
10,9% – Ceará
9,5% – Botafogo
6,1% – Santos
4,9% – Bragantino

Guia do Brasileirão 2022

Como chegam os 20 clubes, seus elencos e seus históricos na maior competição do futebol brasileiro

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O Campeonato Brasileiro chega a sua 20ª edição na era dos pontos corridos com uma novidade. Pela primeira vez, teremos nove treinadores estrangeiros no comando dos 20 clubes participantes. Em 2021, o Brasileirão contou com o recorde de oito técnicos gringos, sendo sete ao mesmo tempo. Agora, vem com uma legião jamais vista por aqui. Dentre eles, teremos quatro portugueses: Abel Ferreira (bicampeão da Libertadores pelo Palmeiras), Paulo Sousa (Flamengo), Vítor Pereira (Corinthians) e Luís Castro (Botafogo). Da Argentina, são três representantes: Juan Pablo Vojvoda (que levou o Fortaleza ao surpreendente 4º lugar no último Brasileirão), Fabián Bustos (Santos) e António ‘Turco’ Momahed (que chegou para o lugar de Cuca no campeão Atlético-MG). Completam a lista de estrangeiros o uruguaio Alexander Medina (Internacional) e o paraguaio Gustavo Morínigo (Coritiba). Entre os técnicos brasileiros, teremos apenas dois ex-campeões nacionais: Abel Braga (que levou o Fluminense ao título em 2012 e agora está de volta ao tricolor carioca) e Rogério Ceni (campeão brasileiro de 2021 com o Flamengo e que agora dirige o São Paulo).

Para apresentar os 20 clubes da Série A, o Guia do Brasileirão 2022 traz um panorama dos participantes, a relações dos jogadores, além do histórico de participação e as chances de título do Sportsbet.io, que apoiou a produção desse material.

Boa leitura e bom Brasileirão!

Bayern Munique e as maiores hegemonias no futebol europeu

Octacampeão alemão, o Bayern tem agora mais da metade dos títulos na era da Bundesliga

Campeão alemão nesta terça-feira (16), o Bayern Munique alçancou o octacampeonato após vencer o Werder Bremen por 1 x 0, sem sua 11ª vitória seguida da competição. Invicto há 18 rodadas, o time Bávaro, comandado pelo estreante técnico Hans-Dieter Flick, ultrapassou o Borussia Dortmund no segundo turno para conquistar a Bundesliga pela 8ª vez consecutiva. Flick, aliás, é o primeiro treinador alemão a vencer na estreia depois de Beckenbauer.

Desde 1964, no início da era da Bundesliga na Alemanha, esse é o 29º título do Bayern Munique em 57 edições disputadas. Com isso, o time tem agora mais da metada dos títulos em disputa no período (50,8%), numa das maiores hegemonias do futebol europeu. No período pré-Bundesliga, entre 1903 e 1963, o Bayern, no entanto, tem apenas um título. Ainda assim é o maior campeão com 30 conquistas. (27,8% dos títulos disputados).

Na Inglaterra, o Manchester United, maior campeão com 20 títulos desde 1892, tem 16,6% das conquistas. Na Espanha, o Real Madrid, com 33 títulos (29,5%). Na França, o Saint-Éttiene tem 10 títulos (12,3%). Na Itália, a Juventus tem 35 títulos (30,4%). Já em Portugal, o Benfica tem 37 títulos (43,5%).

Na década, o Bayern também é um dos clubes mais vencedores nos campeonatos nacionais do Velho Continente. Com oito conquistas, igualou a Juventus (Itália), o Ludogorets (Bulgária) e o The New Saints (País de Gales), outros octacampeões nacionais. Juve e Ludogorets podem ainda chegar ao 9º título seguidos e igualarem o recordista Celtic, da Escócia, que venceu todos os títulos nacionais de 2012 a 2020.

O RB Salzburg (Áustria), Shakhtar Donetsk (Ucrânia) e Olympiacos (Grécia), atuais heptacampeões, brigam ainda pelo octa. Na França, o Paris Saint-Germain-FRA, de Neymar, chegou ao seu sétimo título na década.

Entre seis principais campeonatos nacionais da Europa (Inglaterra, Itália, Espanha, Alemanha, França e Portugal), o Bayern Munique conseguiu igualar a marca da Juventus, atual octacampeã italiana. Antes desses dois supercampeões, o recorde pertencia ao Lyon, que venceu sete vezes a Liga Francesa entre 2002 e 2008, tendo o brasileiro Juninho Pernambucano como o grande protagonista nesse período.

Na Alemanha, antes dessa sequência de oito títulos do Bayern, a Bundesliga (desde 1964), havia visto apenas times tricampeões: Bayern Munique (1972-1974), Borussia Moenchengladbach (1975-1977) e Bayern Munique (1999-2001). Mesmo no período pré-Bundesliga (de 1903 a 1963), nenhum clube conseguiu também mais do que três títulos consecutivos.

Na Inglaterra, desde 1892, nenhum clube conseguiu um tetracampeonato e apenas quatro foram tricampeões: Huddersfield Town (1924-1926), Arsenal (1933-1935), Liverpool (1982-1984) e Manchester United (1998-2000 e 2007-2009). Na Itália, antes do octa da Juventus (2012-2019), os recordes anteriores eram da própria Juventus (1931-1935) e da Internazionale de Milão (2006-2010).

Na Espanha, desde 1929, as maiores sequências de times campeões foram do Real Madrid, pentacampeão entre 1961 e 1965 e entre 1986 e 1990, e do Barcelona, tetracampeão entre 1991 e 1994. Já em Portugal, o recorde de títulos consecutivos é do Porto, pentacampeão entre 1995-1999.

Em toda a Europa, o recorde de títulos consecutivos pertence ao Lincoln, de Gibraltar, que foi 14 vezes campeão entre 2003 e 2016, e ao Skonto Riga, da Letônia, campeão entre 1991 e 2004. O Celtic, com 9 títulos na sequência, é quem mais se aproxima dessa marca hoje.

Maiores campeões nacionais

Com 30 títulos, o Bayern Munique, apesar de reinar na Alemanha, ainda está longe dos recordistas de títulos nacionais na Europa. O Glasgow Rangers, da Escócia, apesar de não ganhar um título desde 2011, ainda é o maior vencedor com 54 títulos, mas seguido pelo Linfield, da Irlanda do Norte (52), e agora mais ainda de perto pelo rival Celtic (51 títulos). Entre as seis grandes ligas, os maiores campeões são Benfica (37), Juventus (35), Real Madrid (33) e Bayern Munique (30).

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Quais os maiores públicos dos brasileiros na Libertadores

Desde 1960, São Paulo é o time com a maior média e o maior público na competição

Dono do maior estádio particular do Brasil, o São Paulo é o clube com a maior média de público como mandante entre os brasileiros na história da Copa Libertadores. Desde 1960, o tricolor paulista levou em média 41.445 torcedores por jogo (maioria no Morumbi), contra 40.648 do Flamengo e 38.897 do Internacional. Em seguida, entre os dez clubes brasileiros com as melhores médias, aparecem Botafogo, Corintians, Cruzeiro, Grêmio, Fluminense, Atlético-MG e Palmeiras (veja quadro abaixo).

Depois deles, estão Santos (20.138), Athletico-PR (18.938), Vasco (14.547), São Caetano (11.600) e Guarani (12.987) entre aqueles com mais de dez jogos em casa. Na lista dos times com menos de dez jogos, o Paysandu lidera com uma média de 44.367, seguido por Sport (20.495), Bahia (19.883), Goiás (18.179), Criciúma (16.008), Paraná (11.408), Chapecoense (10.149), Náutico (9.335), Juventude (9.266), Paulista (8.805), Coritiba (7.798), Santo André (4.486) e Bangu (2.100).

Nos maiores públicos dos times brasileiros, em casa, na Libertadores, o São Paulo também lidera o ranking. Na final da edição de 1992, contra o Newell’s Old Boys, da Argentina, o time, do então técnico Telê Santana e do capitão Raí, levou 105.185 ao Morumbi para ver o time conquistar sua primeira Libertadores em cima da equipe do técnico Marcelo Bielsa.

Em 1963, na primeira final entre Santos e Boca Juniors-ARG (3 x 2 para o Peixe), o Maracanã recebeu 100.000 torcedores, no segundo maior público entre os clubes brasileiros, empatado com os 100.000 são-paulinos que foram ao Morumbi para ver o time contra o Barcelona-EQU, em 1972, na fase semifinal (1 x 1).

Média de público dos times brasileiros, como mandantes, na história da Libertadores (1960-2020)

Média por estádio

Por estádio, entre os clubes com mais de dez jogos em cada um deles, as maiores médias são do São Paulo, no Morumbi (42.120); Flamengo, no Maracanã (41.710); Fluminense, no Maracanã (40.525). Veja abaixo as maiores médias de público por estádio dos clubes brasileiros na Libertadores:

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Quem são os artilheiros dos clubes brasileiros na Libertadores

Os jogadores brasileiros com mais gols na Libertadores desde 1960

Rogério Ceni e os goleiros com mais gols na Libertadores

Quem são os artilheiros dos clubes brasileiros na Libertadores

Pelé, Zico, Palhinha, Luizão, Jardel, Luis Fabiano, Rogério Ceni, Alex, Jô, Neymar e Gabigol estão entre os maiores dos times do Brasil na competição sul-americana desde 1960

Realizada desde 1960, a Copa Libertadores já contou com a participação de 28 diferentes clubes brasileiros. Entre eles, o Palmeiras é aquele que mais marcou entre as 61 edições realizadas, com 335 gols feitos, seguido por Cruzeiro (307), Grêmio (298), São Paulo (283), Santos (254), Flamengo (239), Corinthians (211), Internacional (184), Atlético-MG (137), Vasco (94), Athletico Paranaense (83), Fluminense (77) e Botafogo (64).

Entre esses 28 clubes do Brasil que já disputaram a Libertadores, 919 jogadores conseguiram marcar pelo um gol na competição sul-americana. Entre eles, Luizão é o brasileiro com mais gols no torneio. Artilheiro em 2000 pelo Corinthians, com 15 gols (feito jamais repetido desde então), o atacante figura como o maior goleador do clube paulista na história da competição e também do Vasco, por onde foi campeão em 1998.

Nos clubes paulistas, o Santos é o time que o artilheiros com mais gols: Pelé, com 17. No Palmeiras, Alex, campeão em 1999, segue como o maior artilheiro com 12 gols. Em 2019, o colombiano Borja chegou a 11 gols e quase empatou com o ex-meia. No São Paulo, Luis Fabiano e Rogério Ceni lideram o ranking dos artilheiros na Liberta com 14 gols cada.

Entre os clubes cariocas, além de Luizão (8 gols pelo Vasco), outros artilheiros marcaram menos de dez gols: Fred (8 pelo Fluminense) e Dirceu, Jairzinho e Rodrigo Pimpão (5 pelo Botafogo). No Flamengo, Zico é o maior goledor com 16 gols, seguido por Tita, Gaúcho e Gabigol, todos com 10 gols. Gabriel, artilheiro da última edição com 9 gols, já anotou mais um nessa edição de 2020 e tem tudo para alcançar o recorde do Galinho.

Já entre os dois gigantes de Belo Horizonte, destaque para o atacante Palhinha, artilheiro e campeão de 1976 pelo Cruzeiro, que anotou 20 gols pela Raposa. No Galo, outro campeão e artilheiro, Jô em 2013, é o maior artilheiro do time na competição com 11 gols. E entre os times gaúchos, Leandro Damião, campeão em 2010, lidera a lista do Colorado com 11 gols, enquanto Jardel, campeão e artilheiro em 1995, é o maior artilheiro do Grêmio com 16 gols.

Veja quem são os maiores artilheiros dos clubes brasileiros na história da Libertadores (1960-2020):

  • Artilheiros do Santos na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do São Paulo na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Palmeiras na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Corinthians na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Flamengo na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Vasco na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Botafogo na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Fluminense na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Cruzeiro na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Atlético-MG na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Internacional na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Grêmio na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros de Athletico-PR, Coritiba, Paraná, Juventude, Bahia, Paysandu, Sport e Náutico na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros de São Caetano, Santo André, Guarani, Goiás, Chapecoense, Bangu, Criciúma e Paulista na Libertadores (1960-2020)
Maiores artilheiros por um único clube

Segundo brasileiro com mais gols na Libertadores, com 25 gols, o atacante Palhinha é o recordista de gols por um único clube brasileiro na história da competição sul-americana. Wanderley Eustáquio de Oliveira, marcou 7 gols pelo Cruzeiro na edição de 1975 e depois mais 13 em 1976, quando foi artilheiro e campeão.

Assim, com seus 20 gols pela Raposa, superou o recorde do Rei Pelé, que 17 gols pelo Santos nas edições de 1962, 1963 e 1965. Palhinha marcou ainda mais 3 gols pelo Corinthians na Libertadores de 1977 e outros 2 pelo Atlético-MG em 1981, totalizando 25 gols. Em 2005, foi superado por Luizão, que marcou 5 gols pelo São Paulo naquele ano em que foi campeão também.

Jogadores com mais gols por um único clube brasileiro na Libertadores (1960-2020):

Brasileiros com mais gols por um único clube na Libertadores (1960-2020)

Na Libertadores, o recordista de gols por um único clube é o equatoriano Alberto Spencer, com 48 gols pelo Peñarol. Maior artilheiro da história da Libertadores, com 54 gols, Spencer anotou ainda mais 6 gols pelo Barcelona de Guayaquil-EQU. Já o ex-atacante Célio, que disputou as Libertadores de 1967, 1968, 1969 e 1970 pelo Nacioanal de Montevidéu, é o brasileiro com mais gols em um único clube pela Libertadores com os 22 gols marcados pelo clube uruguaio. No Brasil, Célio atuou no Vasco na década de 1960, antes de ir para o Nacional, e depois pelo Corinthians, em 1970.

Veja a lista dos jogadores que mais marcaram gols por um único clube na história da Copa Libertadores (1960-2020):
48 – Alberto Spencer (Peñarol-URU)
37 – Fernando Morena (Peñarol-URU)
31 – Daniel Ónega (River Plate-ARG)
30 – Julio Morales (Nacional-URU)
27 – Anthony de Ávila (América de Cali-COL)
25 – Riquelme (Boca Juniors-ARG)
25 – Pedro Rocha (Peñarol-URU)
24 – Luis Salinas (Bolívar-BOL)
23 – Palermo (Boca Juniors-ARG)
22 – Célio (Nacional-URU)
22 – Raúl Amarilla (Olimpia-PAR)
21 – Ricardo Gareca (América de Cali-COL)
21 – Aristizábal (Atlético Nacional-COL)
21 – Oscar Más (River Plate-ARG)
20 – Esteban Paredes (Colo-Colo-CHI)
20 – Francisco Valdes (Colo-Colo-CHI)
20 – Palhinha (Cruzeiro)
20 – Luis Artime (Nacional-URU)
18 – Salvador Cabañas (América-MEX)
18 – Marcelo Delgado (Boca Juniors-ARG)
18 – Guillermo Schelotto (Boca Juniors-ARG)
18 – Tevez (Boca Juniors-ARG)
18 – Beto Acosta (Univ. Católica-CHI)
17 – Luis Monzón (Olimpia-PAR)
17 – Pelé (Santos)

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Artilheiro em 2000 e campeão em 1998 e 2005, Luizão é o maior goleador brasileiro

Desde 1960, a Copa Libertadores tem como maior artilheiro o equatoriano Alberto Spencer com 54 gols, que jogou dez edições pelo Peñarol-URU na década de 1960 (onde marcou 48 gols) e mais duas pelo Barcelona-EQU no início dos anos 1970 (6 gols).

Já entre os brasileiros, o ex-centrovante Luizão, campeão pelo Vasco em 1998 e pelo São Paulo em 2005 e artilheiro em 2000 pelo Corinthians, segue como o maior goleador com 29 gols. Segundo jogador a marcar mais gols em uma única edição, atrás apenas do argentino Daniel Onega, que fez 17 gols em 1966 pelo River Plate, Luizão é o 6º maior artilheiro da Libertadores na história.

Luizão marcou 7 gols em 1998 e 1 gol em 1999 pelo Vasco, 15 pelo Corinthians em 2000, 1 pelo Grêmio em 2002 e mais 5 gols pelo São Paulo em 2005. Depois dele, o brasileiro com mais gols é Palhinha, campeão e artilheiro da Libertadores pelo Cruzeiro em 1976, que marcou 25 gols no total. Na terceira colocação, aparece o ex-atacante Célio, que anotou 22 gols pelo Nacional-URU entre 1967 e 1970. Jairzinho, o Furacão da Copa de 1970, é o quarto brasileiro com mais gols com 21 gols.

Já entre os artilheiros recentes, Fred, agora no Fluminense, é o brasileiro com mais gols nas últimas 10 edições (18 gols), seguido por Leandro Damião (15), Neymar (14) e Rafael Sóbis, Luan, Jadson e Jô, todos com 12 gols. Gabigol, artilheiro da última edição (9 gols em 2019) tem 11 gols no geral.

Jogadores brasileiros com mais gols marcados na história da Libertadores (1960-2020):

JogadorGolsJogos
Luizão2942
Palhinha2530
Célio2243
Jairzinho2136
Guilherme1927
Ricardo Oliveira1934
Fred1833
Sérgio João1829
Marcelinho Carioca1849
Tita1843
Pelé1715
Tita1745
Jardel1621
Zico1620
Alex1546
Leandro Damião1530
Rafael Sóbis1557
Luis Fabiano1424
Neymar1425
Rogério Ceni1490
Thiago Ribeiro1443
Washington1428
Iroldo1329
Luan1343
Danilo1282
Diego Tardelli1248
Edmundo1228
Jádson1226
1230
Kléber Pereira1230
Marcelo Ramos1230
Palhinha1243
Paulo Nunes1250
Thiago Neves1242
Vasconcelos1227
Adriano1120
Alecsandro1144
Aloísio Chulapa1137
Borges1139
Diego1143
Edílson1128
Elano1155
Elias1140
Gabriel Barbosa1120
Kléber1125
Nelinho1130
Rodrigo Teixeira1128
Tupãzinho1114
Wallyson1117
Zé Roberto1138
Brasileiros artilheiros

Desde 1960 até 2019, em 60 edições, 30 brasileiros foram artiheiros da Libertadores, nenhum deles duas vezes. Luizão, com 15 gols, é o recordista em uma única edição, seguido por Palhinha (13 gols em 1976 pelo Cruzeiro), Jardel (12 gols pelo Grêmio em 1995), Tupãzinho (11 gols pelo Palmeiras em 1968) e Zico (11 gols pelo Flamengo em 1981).

Entre os clubes brasileiros, alguns estrangeiros conseguiram ser também artilheiros, como Pedro Rocha-URU, pelo São Paulo em 1974 (7 gols); Marcelo Moreno-BOL, pelo Cruzeiro em 2008 (8 gols); Jonathan Calleri-ARG, pelo São Paulo em 2016 (9 gols); e Miguel Borja-COL, pelo Palmeiras em 2018 (9 gols).

No geral, contanto brasileiros e estrangeiros artilheiros, os clubes brasileiros que mais tiveram artilheiro da Libertadores foram o São Paulo (7), Palmeiras (5), Cruzeiro (4), Flamengo (4), Santos (4), Corinthians (3), Grêmio (2), Atlético-MG (1), Guarani (1) e Internacional (1).

Brasileiros artilheiros da Libertadores (1960-2019):

AnoJogadorClubeGols
1962CoutinhoSantos6
1965PeléSantos7
1968TupãzinhoPalmeiras11
1972Toninho GuerreiroSão Paulo6
1974TertoSão Paulo7
1976PalhinhaCruzeiro13
1979MiltãoGuarani6
1981ZicoFlamengo11
1984TitaFlamengo8
1991GaúchoFlamengo8
1992PalhinhaSão Paulo7
1995JardelGrêmio12
1998Sérgio JoãoBolívar-BOL10
1999Fernando BaianoCorinthians6
1999GauchinhoCerro Porteño-PAR6
2000LuizãoCorinthians15
2001LopesPalmeiras9
2002Rodrigo MendesGrêmio10
2003Ricardo OliveiraSantos9
2004Luis FabianoSão Paulo8
2006AloísioSão Paulo5
2006FernandãoInternacional5
2006MarcinhoPalmeiras5
2006NilmarCorinthians5
2006WashingtonPalmeiras5
2010Thiago RibeiroCruzeiro8
2011WallysonCruzeiro7
2012NeymarSantos8
2013Atlético-MG7
2019GabigolFlamengo9

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