Bayern Munique e as maiores hegemonias no futebol europeu

Octacampeão alemão, o Bayern tem agora mais da metade dos títulos na era da Bundesliga

Campeão alemão nesta terça-feira (16), o Bayern Munique alçancou o octacampeonato após vencer o Werder Bremen por 1 x 0, sem sua 11ª vitória seguida da competição. Invicto há 18 rodadas, o time Bávaro, comandado pelo estreante técnico Hans-Dieter Flick, ultrapassou o Borussia Dortmund no segundo turno para conquistar a Bundesliga pela 8ª vez consecutiva. Flick, aliás, é o primeiro treinador alemão a vencer na estreia depois de Beckenbauer.

Desde 1964, no início da era da Bundesliga na Alemanha, esse é o 29º título do Bayern Munique em 57 edições disputadas. Com isso, o time tem agora mais da metada dos títulos em disputa no período (50,8%), numa das maiores hegemonias do futebol europeu. No período pré-Bundesliga, entre 1903 e 1963, o Bayern, no entanto, tem apenas um título. Ainda assim é o maior campeão com 30 conquistas. (27,8% dos títulos disputados).

Na Inglaterra, o Manchester United, maior campeão com 20 títulos desde 1892, tem 16,6% das conquistas. Na Espanha, o Real Madrid, com 33 títulos (29,5%). Na França, o Saint-Éttiene tem 10 títulos (12,3%). Na Itália, a Juventus tem 35 títulos (30,4%). Já em Portugal, o Benfica tem 37 títulos (43,5%).

Na década, o Bayern também é um dos clubes mais vencedores nos campeonatos nacionais do Velho Continente. Com oito conquistas, igualou a Juventus (Itália), o Ludogorets (Bulgária) e o The New Saints (País de Gales), outros octacampeões nacionais. Juve e Ludogorets podem ainda chegar ao 9º título seguidos e igualarem o recordista Celtic, da Escócia, que venceu todos os títulos nacionais de 2012 a 2020.

O RB Salzburg (Áustria), Shakhtar Donetsk (Ucrânia) e Olympiacos (Grécia), atuais heptacampeões, brigam ainda pelo octa. Na França, o Paris Saint-Germain-FRA, de Neymar, chegou ao seu sétimo título na década.

Entre seis principais campeonatos nacionais da Europa (Inglaterra, Itália, Espanha, Alemanha, França e Portugal), o Bayern Munique conseguiu igualar a marca da Juventus, atual octacampeã italiana. Antes desses dois supercampeões, o recorde pertencia ao Lyon, que venceu sete vezes a Liga Francesa entre 2002 e 2008, tendo o brasileiro Juninho Pernambucano como o grande protagonista nesse período.

Na Alemanha, antes dessa sequência de oito títulos do Bayern, a Bundesliga (desde 1964), havia visto apenas times tricampeões: Bayern Munique (1972-1974), Borussia Moenchengladbach (1975-1977) e Bayern Munique (1999-2001). Mesmo no período pré-Bundesliga (de 1903 a 1963), nenhum clube conseguiu também mais do que três títulos consecutivos.

Na Inglaterra, desde 1892, nenhum clube conseguiu um tetracampeonato e apenas quatro foram tricampeões: Huddersfield Town (1924-1926), Arsenal (1933-1935), Liverpool (1982-1984) e Manchester United (1998-2000 e 2007-2009). Na Itália, antes do octa da Juventus (2012-2019), os recordes anteriores eram da própria Juventus (1931-1935) e da Internazionale de Milão (2006-2010).

Na Espanha, desde 1929, as maiores sequências de times campeões foram do Real Madrid, pentacampeão entre 1961 e 1965 e entre 1986 e 1990, e do Barcelona, tetracampeão entre 1991 e 1994. Já em Portugal, o recorde de títulos consecutivos é do Porto, pentacampeão entre 1995-1999.

Em toda a Europa, o recorde de títulos consecutivos pertence ao Lincoln, de Gibraltar, que foi 14 vezes campeão entre 2003 e 2016, e ao Skonto Riga, da Letônia, campeão entre 1991 e 2004. O Celtic, com 9 títulos na sequência, é quem mais se aproxima dessa marca hoje.

Maiores campeões nacionais

Com 30 títulos, o Bayern Munique, apesar de reinar na Alemanha, ainda está longe dos recordistas de títulos nacionais na Europa. O Glasgow Rangers, da Escócia, apesar de não ganhar um título desde 2011, ainda é o maior vencedor com 54 títulos, mas seguido pelo Linfield, da Irlanda do Norte (52), e agora mais ainda de perto pelo rival Celtic (51 títulos). Entre as seis grandes ligas, os maiores campeões são Benfica (37), Juventus (35), Real Madrid (33) e Bayern Munique (30).

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Quais os maiores públicos dos brasileiros na Libertadores

Desde 1960, São Paulo é o time com a maior média e o maior público na competição

Dono do maior estádio particular do Brasil, o São Paulo é o clube com a maior média de público como mandante entre os brasileiros na história da Copa Libertadores. Desde 1960, o tricolor paulista levou em média 41.445 torcedores por jogo (maioria no Morumbi), contra 40.648 do Flamengo e 38.897 do Internacional. Em seguida, entre os dez clubes brasileiros com as melhores médias, aparecem Botafogo, Corintians, Cruzeiro, Grêmio, Fluminense, Atlético-MG e Palmeiras (veja quadro abaixo).

Depois deles, estão Santos (20.138), Athletico-PR (18.938), Vasco (14.547), São Caetano (11.600) e Guarani (12.987) entre aqueles com mais de dez jogos em casa. Na lista dos times com menos de dez jogos, o Paysandu lidera com uma média de 44.367, seguido por Sport (20.495), Bahia (19.883), Goiás (18.179), Criciúma (16.008), Paraná (11.408), Chapecoense (10.149), Náutico (9.335), Juventude (9.266), Paulista (8.805), Coritiba (7.798), Santo André (4.486) e Bangu (2.100).

Nos maiores públicos dos times brasileiros, em casa, na Libertadores, o São Paulo também lidera o ranking. Na final da edição de 1992, contra o Newell’s Old Boys, da Argentina, o time, do então técnico Telê Santana e do capitão Raí, levou 105.185 ao Morumbi para ver o time conquistar sua primeira Libertadores em cima da equipe do técnico Marcelo Bielsa.

Em 1963, na primeira final entre Santos e Boca Juniors-ARG (3 x 2 para o Peixe), o Maracanã recebeu 100.000 torcedores, no segundo maior público entre os clubes brasileiros, empatado com os 100.000 são-paulinos que foram ao Morumbi para ver o time contra o Barcelona-EQU, em 1972, na fase semifinal (1 x 1).

Média de público dos times brasileiros, como mandantes, na história da Libertadores (1960-2020)

Média por estádio

Por estádio, entre os clubes com mais de dez jogos em cada um deles, as maiores médias são do São Paulo, no Morumbi (42.120); Flamengo, no Maracanã (41.710); Fluminense, no Maracanã (40.525). Veja abaixo as maiores médias de público por estádio dos clubes brasileiros na Libertadores:

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Pelé, Zico, Palhinha, Luizão, Jardel, Luis Fabiano, Rogério Ceni, Alex, Jô, Neymar e Gabigol estão entre os maiores dos times do Brasil na competição sul-americana desde 1960

Realizada desde 1960, a Copa Libertadores já contou com a participação de 28 diferentes clubes brasileiros. Entre eles, o Palmeiras é aquele que mais marcou entre as 61 edições realizadas, com 335 gols feitos, seguido por Cruzeiro (307), Grêmio (298), São Paulo (283), Santos (254), Flamengo (239), Corinthians (211), Internacional (184), Atlético-MG (137), Vasco (94), Athletico Paranaense (83), Fluminense (77) e Botafogo (64).

Entre esses 28 clubes do Brasil que já disputaram a Libertadores, 919 jogadores conseguiram marcar pelo um gol na competição sul-americana. Entre eles, Luizão é o brasileiro com mais gols no torneio. Artilheiro em 2000 pelo Corinthians, com 15 gols (feito jamais repetido desde então), o atacante figura como o maior goleador do clube paulista na história da competição e também do Vasco, por onde foi campeão em 1998.

Nos clubes paulistas, o Santos é o time que o artilheiros com mais gols: Pelé, com 17. No Palmeiras, Alex, campeão em 1999, segue como o maior artilheiro com 12 gols. Em 2019, o colombiano Borja chegou a 11 gols e quase empatou com o ex-meia. No São Paulo, Luis Fabiano e Rogério Ceni lideram o ranking dos artilheiros na Liberta com 14 gols cada.

Entre os clubes cariocas, além de Luizão (8 gols pelo Vasco), outros artilheiros marcaram menos de dez gols: Fred (8 pelo Fluminense) e Dirceu, Jairzinho e Rodrigo Pimpão (5 pelo Botafogo). No Flamengo, Zico é o maior goledor com 16 gols, seguido por Tita, Gaúcho e Gabigol, todos com 10 gols. Gabriel, artilheiro da última edição com 9 gols, já anotou mais um nessa edição de 2020 e tem tudo para alcançar o recorde do Galinho.

Já entre os dois gigantes de Belo Horizonte, destaque para o atacante Palhinha, artilheiro e campeão de 1976 pelo Cruzeiro, que anotou 20 gols pela Raposa. No Galo, outro campeão e artilheiro, Jô em 2013, é o maior artilheiro do time na competição com 11 gols. E entre os times gaúchos, Leandro Damião, campeão em 2010, lidera a lista do Colorado com 11 gols, enquanto Jardel, campeão e artilheiro em 1995, é o maior artilheiro do Grêmio com 16 gols.

Veja quem são os maiores artilheiros dos clubes brasileiros na história da Libertadores (1960-2020):

  • Artilheiros do Santos na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do São Paulo na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Palmeiras na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Corinthians na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Flamengo na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Vasco na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Botafogo na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Fluminense na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Cruzeiro na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Atlético-MG na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Internacional na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros do Grêmio na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros de Athletico-PR, Coritiba, Paraná, Juventude, Bahia, Paysandu, Sport e Náutico na Libertadores (1960-2020)
  • Artilheiros de São Caetano, Santo André, Guarani, Goiás, Chapecoense, Bangu, Criciúma e Paulista na Libertadores (1960-2020)
Maiores artilheiros por um único clube

Segundo brasileiro com mais gols na Libertadores, com 25 gols, o atacante Palhinha é o recordista de gols por um único clube brasileiro na história da competição sul-americana. Wanderley Eustáquio de Oliveira, marcou 7 gols pelo Cruzeiro na edição de 1975 e depois mais 13 em 1976, quando foi artilheiro e campeão.

Assim, com seus 20 gols pela Raposa, superou o recorde do Rei Pelé, que 17 gols pelo Santos nas edições de 1962, 1963 e 1965. Palhinha marcou ainda mais 3 gols pelo Corinthians na Libertadores de 1977 e outros 2 pelo Atlético-MG em 1981, totalizando 25 gols. Em 2005, foi superado por Luizão, que marcou 5 gols pelo São Paulo naquele ano em que foi campeão também.

Jogadores com mais gols por um único clube brasileiro na Libertadores (1960-2020):

Brasileiros com mais gols por um único clube na Libertadores (1960-2020)

Na Libertadores, o recordista de gols por um único clube é o equatoriano Alberto Spencer, com 48 gols pelo Peñarol. Maior artilheiro da história da Libertadores, com 54 gols, Spencer anotou ainda mais 6 gols pelo Barcelona de Guayaquil-EQU. Já o ex-atacante Célio, que disputou as Libertadores de 1967, 1968, 1969 e 1970 pelo Nacioanal de Montevidéu, é o brasileiro com mais gols em um único clube pela Libertadores com os 22 gols marcados pelo clube uruguaio. No Brasil, Célio atuou no Vasco na década de 1960, antes de ir para o Nacional, e depois pelo Corinthians, em 1970.

Veja a lista dos jogadores que mais marcaram gols por um único clube na história da Copa Libertadores (1960-2020):
48 – Alberto Spencer (Peñarol-URU)
37 – Fernando Morena (Peñarol-URU)
31 – Daniel Ónega (River Plate-ARG)
30 – Julio Morales (Nacional-URU)
27 – Anthony de Ávila (América de Cali-COL)
25 – Riquelme (Boca Juniors-ARG)
25 – Pedro Rocha (Peñarol-URU)
24 – Luis Salinas (Bolívar-BOL)
23 – Palermo (Boca Juniors-ARG)
22 – Célio (Nacional-URU)
22 – Raúl Amarilla (Olimpia-PAR)
21 – Ricardo Gareca (América de Cali-COL)
21 – Aristizábal (Atlético Nacional-COL)
21 – Oscar Más (River Plate-ARG)
20 – Esteban Paredes (Colo-Colo-CHI)
20 – Francisco Valdes (Colo-Colo-CHI)
20 – Palhinha (Cruzeiro)
20 – Luis Artime (Nacional-URU)
18 – Salvador Cabañas (América-MEX)
18 – Marcelo Delgado (Boca Juniors-ARG)
18 – Guillermo Schelotto (Boca Juniors-ARG)
18 – Tevez (Boca Juniors-ARG)
18 – Beto Acosta (Univ. Católica-CHI)
17 – Luis Monzón (Olimpia-PAR)
17 – Pelé (Santos)

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Artilheiro em 2000 e campeão em 1998 e 2005, Luizão é o maior goleador brasileiro

Desde 1960, a Copa Libertadores tem como maior artilheiro o equatoriano Alberto Spencer com 54 gols, que jogou dez edições pelo Peñarol-URU na década de 1960 (onde marcou 48 gols) e mais duas pelo Barcelona-EQU no início dos anos 1970 (6 gols).

Já entre os brasileiros, o ex-centrovante Luizão, campeão pelo Vasco em 1998 e pelo São Paulo em 2005 e artilheiro em 2000 pelo Corinthians, segue como o maior goleador com 29 gols. Segundo jogador a marcar mais gols em uma única edição, atrás apenas do argentino Daniel Onega, que fez 17 gols em 1966 pelo River Plate, Luizão é o 6º maior artilheiro da Libertadores na história.

Luizão marcou 7 gols em 1998 e 1 gol em 1999 pelo Vasco, 15 pelo Corinthians em 2000, 1 pelo Grêmio em 2002 e mais 5 gols pelo São Paulo em 2005. Depois dele, o brasileiro com mais gols é Palhinha, campeão e artilheiro da Libertadores pelo Cruzeiro em 1976, que marcou 25 gols no total. Na terceira colocação, aparece o ex-atacante Célio, que anotou 22 gols pelo Nacional-URU entre 1967 e 1970. Jairzinho, o Furacão da Copa de 1970, é o quarto brasileiro com mais gols com 21 gols.

Já entre os artilheiros recentes, Fred, agora no Fluminense, é o brasileiro com mais gols nas últimas 10 edições (18 gols), seguido por Leandro Damião (15), Neymar (14) e Rafael Sóbis, Luan, Jadson e Jô, todos com 12 gols. Gabigol, artilheiro da última edição (9 gols em 2019) tem 11 gols no geral.

Jogadores brasileiros com mais gols marcados na história da Libertadores (1960-2020):

JogadorGolsJogos
Luizão2942
Palhinha2530
Célio2243
Jairzinho2136
Guilherme1927
Ricardo Oliveira1934
Fred1833
Sérgio João1829
Marcelinho Carioca1849
Tita1843
Pelé1715
Tita1745
Jardel1621
Zico1620
Alex1546
Leandro Damião1530
Rafael Sóbis1557
Luis Fabiano1424
Neymar1425
Rogério Ceni1490
Thiago Ribeiro1443
Washington1428
Iroldo1329
Luan1343
Danilo1282
Diego Tardelli1248
Edmundo1228
Jádson1226
1230
Kléber Pereira1230
Marcelo Ramos1230
Palhinha1243
Paulo Nunes1250
Thiago Neves1242
Vasconcelos1227
Adriano1120
Alecsandro1144
Aloísio Chulapa1137
Borges1139
Diego1143
Edílson1128
Elano1155
Elias1140
Gabriel Barbosa1120
Kléber1125
Nelinho1130
Rodrigo Teixeira1128
Tupãzinho1114
Wallyson1117
Zé Roberto1138
Brasileiros artilheiros

Desde 1960 até 2019, em 60 edições, 30 brasileiros foram artiheiros da Libertadores, nenhum deles duas vezes. Luizão, com 15 gols, é o recordista em uma única edição, seguido por Palhinha (13 gols em 1976 pelo Cruzeiro), Jardel (12 gols pelo Grêmio em 1995), Tupãzinho (11 gols pelo Palmeiras em 1968) e Zico (11 gols pelo Flamengo em 1981).

Entre os clubes brasileiros, alguns estrangeiros conseguiram ser também artilheiros, como Pedro Rocha-URU, pelo São Paulo em 1974 (7 gols); Marcelo Moreno-BOL, pelo Cruzeiro em 2008 (8 gols); Jonathan Calleri-ARG, pelo São Paulo em 2016 (9 gols); e Miguel Borja-COL, pelo Palmeiras em 2018 (9 gols).

No geral, contanto brasileiros e estrangeiros artilheiros, os clubes brasileiros que mais tiveram artilheiro da Libertadores foram o São Paulo (7), Palmeiras (5), Cruzeiro (4), Flamengo (4), Santos (4), Corinthians (3), Grêmio (2), Atlético-MG (1), Guarani (1) e Internacional (1).

Brasileiros artilheiros da Libertadores (1960-2019):

AnoJogadorClubeGols
1962CoutinhoSantos6
1965PeléSantos7
1968TupãzinhoPalmeiras11
1972Toninho GuerreiroSão Paulo6
1974TertoSão Paulo7
1976PalhinhaCruzeiro13
1979MiltãoGuarani6
1981ZicoFlamengo11
1984TitaFlamengo8
1991GaúchoFlamengo8
1992PalhinhaSão Paulo7
1995JardelGrêmio12
1998Sérgio JoãoBolívar-BOL10
1999Fernando BaianoCorinthians6
1999GauchinhoCerro Porteño-PAR6
2000LuizãoCorinthians15
2001LopesPalmeiras9
2002Rodrigo MendesGrêmio10
2003Ricardo OliveiraSantos9
2004Luis FabianoSão Paulo8
2006AloísioSão Paulo5
2006FernandãoInternacional5
2006MarcinhoPalmeiras5
2006NilmarCorinthians5
2006WashingtonPalmeiras5
2010Thiago RibeiroCruzeiro8
2011WallysonCruzeiro7
2012NeymarSantos8
2013Atlético-MG7
2019GabigolFlamengo9

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Em Itaquera, Corinthians é o melhor mandante do Brasileirão desde 2003

Na Arena, Corinthians tem o melhor desempenho caseiro, por estádio, nos pontos corridos

No Campeonato Brasileiro por pontos corridos, desde 2003, o Santos é o melhor mandante da competição, com 67,6% de aproveitamento dos pontos. Por estádio, porém, o clube com o melhor desempenho em casa é o Corinthians com 71,3% de aproveitamento. Jogando em Itaquera, em sua Arena, o Timão conseguiu 66 vitórias, 33 empates e perdeu apenas 9 dos 108 disputados lá na competição.

Desde a inauguração da Arena Corinthians, em 2014, o alvinegro conquistou dois títulos brasileiros jogando lá 2015 e 2017. Nesse período, o Corinthians chegou a alcançar boas invencibilidades: 14 jogos em 2014, 28 (2015/2016), 16 (2017/18) e 17 (2018/19). Em casa, o Corinthians marcou 144 gols (1,33 por jogo) e sofreu apenas 61 (0,56 por partida), não levando gol em 52 dos 108 jogos.

O Santos, curiosamente jogando no Pacaembu e não na Vila Belmiro, tem o segundo melhor desempenho por estádio, com 69,8% de aproveitamento. Atuando na capital paulista, porém, o time da Baixada fez apenas 32 jogos, contra 281 da Vila Belmiro, onde tem o 8º melhor aproveitamento.

O Palmeiras, jogando no seu novo estádio, o Allianz Parque, também inaugurado em 2014, tem o 3º melhor aproveitamento com 69,6%. Em sua casa, foram 79 jogos, 50 vitórias, 15 empates e 14 derrotas, com 165 gols a favor e 57 contra. Lá, também conquistou dois títulos brasileiros recentemente (2016 e 2018). Em 2018 e 2019, ficou 23 jogos sem perder no Allianz, conquistando 12 vitórias seguidas.

No Morumbi, estádio onde conquistou os títulos de 2006, 2007 e 2008, o São Paulo tem 67,9% de aproveitamento, com 186 vitórias, 78 empates e 48 derrotas. Entre 2008 e 2009, o tricolor ficou 32 jogos seguidos sem derrotas lá pelo Brasileirão.

Já o Flamengo, atual campeão brasileiro e que não perdeu em casa em 2019, tem 66,8% de aproveitamento jogando no Maracanã em 200 jogos (117 vitórias, 50 empates e 33 derrotas) desde 2003.

Melhores mandantes do Brasileirão, por estádio, na era dos pontos corridos (2003-2019):

ClubeEstádioAprov.Jogos
CorinthiansArena Corinthians71,3%108
SantosPacaembu69,8%32
PalmeirasAllianz Parque69,6%79
GrêmioArena do Grêmio68,8%127
InternacionalBeira-Rio68,5%293
São PauloMorumbi67,9%312
Atlético-MGIndependência67,4%146
BotafogoLuso-Brasileiro67,4%27
SantosVila Belmiro67,1%281
FlamengoMaracanã66,8%200
PalmeirasParque Antártica66,7%111
Athletico-PRArena da Baixada66,1%284
GrêmioOlímpico66,1%173
CorinthiansPacaembu64,7%170
CruzeiroMineirão64,5%262
FluminenseRaulino Oliveira63,4%41
ParanáPinheirão62,8%61
Atlético-MGArena do Jacaré61,9%28
CruzeiroArena do Jacaré61,7%27
FlamengoEngenhão60,8%34
FlamengoLuso-Brasileiro60,0%30
PaysanduMangueirão59,9%64
GoiásSerra Dourada59,6%232
CoritibaCouto Pereira59,1%235
VascoSão Januário58,8%187
BotafogoEngenhão58,5%134
SportIlha do Retiro58,4%154
GuaraniBrinco de Ouro57,8%64
JuventudeAlfredo Jaconi57,8%102
São CaetanoA. Campanella57,8%86
PalmeirasPacaembu57,1%59
FluminenseEngenhão56,9%41
NáuticoAflitos56,7%77
PortuguesaCanindé56,6%53
CearáCastelão55,8%156
FlamengoRaulino Oliveira55,6%33
CriciúmaHeriberto Hülse55,4%83
CruzeiroIndependência55,1%23
FluminenseMaracanã54,9%215
Atlético-MGMineirão54,7%125
BahiaFonte Nova54,5%107

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Santos (em casa) e São Paulo (fora) são os melhores no Brasileirão desde 2003

Campeão em 2004 e quatro vezes vice (2003, 2007, 2016 e 2018), o Santos é o segundo time que mais pontuou no Brasileirão na era dos pontos corridos e tem, após 17 edições, o melhor desempenho de um mandante na competição desde 2003. Em 333 jogos em casa, o Peixe venceu 198 (é o clube com mais vitórias como mandante), tendo um aproveitamento de 67,6% dos pontos disputados. Com 618, o alvinegro da Vila Belmiro tem também o melhor ataque caseiro no Brasileirão por pontos corridos.

Entre os mandantes, o São Paulo tem o segundo melhor desempenho, apenas um ponto atrás do Santos (674 contra 675). Na sequência, aparecem Grêmio e Inter, empatados com 67,2% de aproveitamento, Athletico Paranaense (66,8%), Corinthians (64,5%), Palmeiras (63,8%), Cruzeiro (63,2%), Flamengo (63%) e Atlético-MG (60,9%), completando o top-10 dos melhores mandantes desde 2003.

Por outro lado, América-RN (com apenas 15,8% de aproveitamento), Brasiliense (38,1%), Santa Cruz (39,5%), CSA e Atlético-GO (40,4%), Joinville (43,9%), Avaí (44,4%) e América-MG (48,5%) têm os piores desempenhos como mandantes na Série A desde 2003.

Melhores mandantes do Brasileirão na era dos pontos corridos (2003-2019):

ClubeAprov. (%)VED
Santos67,6%1988154
São Paulo67,5%1968651
Grêmio67,2%1867155
Internacional67,2%1877255
Athletico-PR66,8%1837653
Corinthians64,5%1758356
Palmeiras63,8%1656264
Cruzeiro63,2%1847970
Flamengo63,0%1799262
Atlético-MG60,9%1687076
Paysandu60,2%351616
Goiás59,8%1235857
Coritiba59,1%1215958
Sport58,7%844938
Juventude58,1%493620
Botafogo57,8%1427970
São Caetano57,8%432023
Guarani57,4%302213
Fluminense56,9%1589481
Paraná55,6%593035
Portuguesa55,6%242310
Criciúma54,8%401826
Vasco54,7%1238469
Figueirense53,9%956955
Fortaleza53,3%381727
Ponte Preta53,2%834058
Ceará53,1%312817
Vitória52,9%875358
Ipatinga52,6%937
Bahia51,5%635241
Chapecoense51,2%483135
Náutico50,9%421934
Santo André50,9%856
Barueri/Prudente50,0%151211
América-MG48,5%221718
Avaí44,4%374136
Joinville43,9%676
Atlético-GO40,4%251734
CSA40,4%658
Santa Cruz39,5%13619
Brasiliense38,1%669
América-RN15,8%2314

Melhores ataques e melhores defesas entre os mandantes
Com três participações na Série A na era dos pontos corridos (2003, 2004 e 2005), o Paysandu tem surpreendentemente o 11º aproveitamento de um mandante, com 60,2% dos pontos e a melhor média de gols, com quase dois por partida (1,97 – foram 132 gols em 67 jogos).

Time de melhor campanha como mandante, o Santos tem a segunda maior média de gols em casa também na era dos pontos corridos (1,86 – com 618 gols em 333 partidas), seguido por Cruzeiro (1,77), Goiás (1,76), Grêmio e São Paulo (1,74) e Athletico-PR, Atlético-MG e Palmeiras (1,72).

Já entre as melhores defesas dos times mandantes, o líder é o Internacional com uma média de 0,83 gol sofrido por jogo. São Paulo (0,86), Grêmio (0,87), Guarani (0,88), Ceará (0,88), São Caetano (0,88), Corinthians (0,89) e Joinville (0,89), são os outros times com as menores médias desde 2003.

Visitantes

Segundo melhor mandante, o São Paulo é o melhor visitante do Brasileirão na era dos pontos corridos com 429 pontos e 42,9% de aproveitamento. Time com mais vitórias fora de casa (113 contra 109 do Cruzeiro), o Tricolor paulista tem ainda o melhor ataque de um visitante (407 gols) e a segunda melhor defesa – 1,33 gol sofrido por jogo). Por esse bom desempenho, em casa e fora, o São Paulo lidera o ranking de pontos do Brasileirão na era dos pontos corridos desde 2003.

ClubeAprov. (%) VED
São Paulo42,9%11390130
Cruzeiro39,9%10972152
Corinthians39,9%9397124
Palmeiras39,5%8687118
Flamengo38,5%9695141
Santos36,8%9389151
Fluminense36,7%9485154
Internacional36,1%8585144
Grêmio35,7%8384144
Atlético-MG35,0%7993142
São Caetano33,7%222143
Vasco33,0%6481131
Botafogo32,3%6781143
Goiás31,0%5750131
Figueirense29,8%4755117
Athletico-PR29,2%6871175
Chapecoense28,4%213459
Atlético-GO28,1%142240
Bahia27,8%294384
Coritiba27,0%4170127
Brasiliense27,0%4512
Ponte Preta26,5%315199
Paraná26,1%242575
Fortaleza26,0%132544
Vitória25,9%3646116
Juventude25,4%221469
Avaí24,6%202470
Sport22,9%2641106
Ceará21,1%92146
Portuguesa21,1%71535
Santo André21,1%3313
Barueri/Prudente20,2%41123
Criciúma19,8%102054
Náutico19,3%121964
Guarani17,9%61742
Paysandu16,4%61546
CSA15,8%2314
América-RN14,0%2215
América-MG12,9%31341
Santa Cruz12,3%2828
Joinville10,5%1315
Ipatinga8,8%0514

Melhores ataques e melhores defesas entre os visitantes
Com 407 gols em 333 jogos, o São Paulo tem o melhor ataque entre os visitantes no Brasileirão por pontos corridos, seguido por Cruzeiro, Fluminense e Santos, que marcaram 391, 390 e 388 respectivamente, com médias de 1,17 por jogo. Entre os 42 participantes do Brasileirão desde 2003, apenas 18 deles têm média superior a um gol por partida. Botafogo, Bahia, Vitória e Sport, clubes com bastante participações, têm média inferior a um gol por jogo fora de casa.

Já entre as melhores defesas entre os visitantes, o líder é o Corinthians, com média de 1,23 gol sofrido por jogo – levou 387 gols em 314 jogos. São Paulo (1,33), Grêmio (1,34), Palmeiras (1,37), Cruzeiro (1,39), Internacional (1,40), São Caetano (1,43), Santos (1,44) e Flamengo (1,45), aparecem na sequência entre os times de melhor defesa fora de casa.

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O São Paulo é o time que mais vezes terminou uma edição com a melhor defesa

No Brasileirão por pontos corridos, desde 2003, dez dos 17 campeões tiveram o melhor ataque da competição no ano em que levantaram a taça. Já nove deles conseguiram o título tendo a melhor defesa: São Paulo (2006 e 2007), Fluminense (2010 e 2012), Corinthians (2011, 2015 e 2017) e Palmeiras (2016 e 2018).

O São Paulo, além dos anos em que foi campeão com a melhor defesa, terminou como o time menos vazado em mais três edições (2004, 2009 e 2019), sendo o time que mais vezes fechou o Brasileirão com a melhor defesa. O Corinthians, que foi o time com menos gols sofridos em quatro edições, aparece na segunda colocação nessa lista. Não à toa, os dois times são aqueles com as melhores médias de gols sofridos nos pontos corridos.

No geral, entre todas as campanhas, a melhor defesa em uma única edição, o São Paulo de 2007 segue imbatível. Naquele ano, o Tricolor de Muricy e Rogério Ceni levou apenas 19 gols em 38 rodadas – média de 0,50 por partida. E até a 34ª rodada, quando sagrou-se campeão, o time havia sofrido apenas 13 gols.

O Corinthians de 2013, que acabou apenas na 10ª colocação naquele ano, sofreu somente 22 gols em 38 jogos, ficando com a segunda melhor defesa em uma única edição nos pontos corridos, com média de 0,58 por partida.

Entre os 17 times que terminaram com a melhor defesa do Brasileirão na era dos pontos corridos, quatro foram comandados pelo técnico Muricy Ramalho: Internacional (2005), São Paulo (2006 e 2007) e Fluminense (2010). Já três deles tiveram o comando do técnico Tite: Corinthians (2011, 2013 e 2015). Cuca, com o São Paulo (2004) e o Palmeiras (2016), teve a melhor defesa em dois campeonatos.

E nos pontos corridos, apenas três clubes conseguiram terminar o Brasileirão com o melhor ataque e a melhor defesa: São Paulo (2006), Corinthians (2015) e Palmeiras (2016 e 2018).

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Flamengo, Santos e Cruzeiro estão entre os melhores na era dos pontos corridos

Em 17 edições do Campeonato Brasileiro na era dos pontos corridos, o Cruzeiro foi o clube que mais vezes terminou com o melhor ataque da competição. Foram quatro e em três delas a Raposa sagrou-se campeã nacional: 2003, 2013 e 2014 – em 2007 teve o melhor ataque, mas terminou na 5ª colocação.

Depois do Cruzeiro, o Palmeiras surge como o segundo que mais vezes terminou um Brasileirão com o melhor ataque desde 2003. Curiosamente, o Verdão é o único que conseguiu esse feito em três edições consecutivas (2016, 2017 e 2018), tendo sido campeão em 2016 e 2018.

Em uma única edição, o Santos foi o clube que mais marcou gols: foram 103 em 2004. Naquela edição, o Peixe, de Robinho, foi campeão com 46 partidas, superando o recorde do Cruzeiro, que havia marcado 102 gols em 2003. Na média porém, esses dois times foram superados pelo Flamengo de 2019. A equipe comandada por Jorge Jesus marcou 86 gols em 38 rodadas – média de 2,26, contra 2,24 do Santos de 2004 e 2,22 do Cruzeiro de 2003.

No Brasileirão com 20 clubes, desde 2006, o recorde anterior de gols em uma edição era do Cruzeiro de 2013, com 77 gols. Em 2019, o Flamengo de Gabigol e Bruno Henrique fez nove gols a mais (86).

Dos 17 times que terminaram o Brasileirão com o melhor ataque na era dos pontos corridos desde 2003, dez deles terminaram como campeões: Cruzeiro (2003, 2013 e 2014), Santos (2004), Corinthians (2005), São Paulo (2006), Corinthians (2015), Palmeiras (2016 e 2018) e Flamengo (2019).

Já dois deles foram vice-campeões: Atlético-MG (2012) e Palmeiras (2017). Em 2011, o Fluminense (3º colocado), terminou com o melhor ataque. Curiosamente, nos anos em que foi campeão, um antes (2010) e um depois (2012), não conseguiu essa façanha. Já o Grêmio, quando teve o melhor ataque, foi apenas o 8º em 2009 e o 4º colocado em 2010. Outros dois times, Cruzeiro (2007) e Flamengo (2008), terminaram com o melhor ataque e na 5ª colocação do campeonato.

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São Paulo, tricampeão em 2006/07/08 e um dos cinco a jogar todas as 17 edições, é o líder

Um dos quatro times a jogar todas as edições do Brasileirão na era dos pontos corridos o São Paulo lidera do ranking de pontos da competição desde 2003 com 1103 pontos em 666 jogos, com um aproveitamento de 55,2% dos pontos. Tricampeão em 2006/07/08, o Tricolor paulista foi ainda vice-campeão em 2014 e terceiro colocado 2003, 2004 e 2009.

O Santos, campeão em 2004 e vice em 2003, 2007, 2016 e 2019, é o segundo no ranking, 60 pontos atrás do São Paulo. O Peixe, que tem o ataque mais positivo desde 2003, é o único que superou a marca dos 1000 gols nessa 17 edições até aqui – marcou 1008 gols.

Veja a linha do tempo do ranking de pontos

O Cruzeiro, campeão em 2003, 2013 e 2014, e que foi rebaixado na última edição, é o terceiro no ranking, mas deverá ser ultrapassado em breve pelo Flamengo, o quarto colocado e 17 pontos atrás.

Já o Corinthians, clube com mais títulos nos pontos corridos (foi campeão em 2005, 2011, 2015 e 2017), é o quinto colocado. Com uma participação a menos (disputou a Série B em 2008), o alvinegro tem o segundo melhor aproveitamento com 52,3% dos pontos conquistados.

Ranking de pontos do Brasileirão na era dos pontos corridos (2003-2019):

ClubePGVEDGPGC
São Paulo1103309176181978719
Santos10432911702051008786
Cruzeiro1030293151222978818
Flamengo1013275188203916797
Corinthians985268180180823667
Internacional975272157199833699
Grêmio963269156199859687
Fluminense937252179235891864
Atlético-MG904247163218903833
Athletico-PR902251149228855793
Palmeiras902251149182838700
Botafogo787209160213745739
Vasco726187165200709774
Goiás648180108188672671
Coritiba615162129185581600
Figueirense550142124172530622
Vitória46812399174492581
Ponte Preta43211491157414534
Sport42011090142408481
Bahia3719295125340402
Paraná3048355110312369
Chapecoense272696594234295
Juventude266715089268327
Avaí2365765106240355
São Caetano215654166209199
Náutico200543898224318
Fortaleza195514271205249
Criciúma188503880195265
Ceará169404963150187
Atlético-GO156393974176225
Guarani147363955140180
Paysandu146413162193245
Portuguesa131313845137157
América-MG105253059104174
Barueri/Prud.7719233498116
Santa Cruz5915144786145
Brasiliense411011214767
Santo André41118194661
Ipatinga3598213767
CSA3288222458
Joinville31710212648
América-RN1745292480

Melhores ataques

Eduardo Sasha e Carlos Sánchez, artilheiros do Santos no Brasileirão de 2019

Com 1.008 gols em 666 jogos, o Santos é o time com o ataque mais positivo no Brasileirão na era dos pontos corridos, com um média de 1,51 gol por partida. Em seguida, aparecem Cruzeiro e São Paulo empatados com 978 gols em 666 jogos – média de 1,47 por jogo. O Flamengo é o quarto time que mais marcou gols (916). Na média, porém, Atlético-MG, Palmeiras e Paysandu surgem na quarta colocação com 1,44 gol por partida.

Melhores defesas

Cássio, goleiro do Corinthians, time de melhor defesa no Brasileirão por pontos corridos

Na média de gols sofridos, o Corinthians é o clube com a melhor defesa na era dos pontos corridos. Desde 2003, foram 667 gols sofridos em 628 jogos – média de 1,06 gol sofrido por partida. Os goleiros Cássio e Walter, que estão há no clube desde 2012 e 2013, aparecem na lista dos que mais jogos ficaram sem levar gol nos pontos corridos. Walter, inclusive, é o que tem a melhor média de gols sofridos.

O São Paulo, time de melhor ataque, tem a segunda melhor defesa com 1,08 gol sofrido por jogo – 719 gols em 978 jogos. Rogério Ceni, o segundo na lista de quem mais jogos ficou sem sofrer gol, é um dos responsáveis por essa marca. O Tricolor, aliás, tem ainda a melhor defesa em um único Brasileirão – levou apenas 18 gols em 2007.

Melhores aproveitamentos

Time com mais pontos (1103) e mais vitórias (309) em 666 jogos, o São Paulo tem também o melhor aproveitamento de pontos (55,2%), à frente do Corinthians (52,3%), Santos (52,2%), Internacional (51,8%) e Palmeiras (51,7%). Curiosamente, apenas São Paulo e Santos jogaram todas as 17 edições.

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Os goleiros com mais jogos sem levar gol nos pontos corridos

Desde 2003, os goleiros Fábio e Rogério Ceni, recordistas de jogos, lideram a lista

Recordista de jogos disputados no Campeonato Brasileiro na era dos pontos corridos, com 570, o goleiro Fábio, atualmente no Cruzeiro, é também o recordista de jogos sem levar gol na Série A do Brasileirão desde 2003. Foram 170 partidas sem sofrer gol por Vasco e Cruzeiro.

Rogério Ceni, o terceiro jogador com mais partidas disputadas nos pontos corridos (428), atrás de Leonardo Moura (464), é o segundo goleiro com mais jogos sem levar gol, com 146 partidas sem ser vazado.

Já na média de gols sofridos, entre os goleiros com pelo menos 10 jogos disputados, o goleiro Walter (hoje no Corinthians), é quem tem a melhor média (0,80 – com 43 gols sofridos em 54 jogos), seguido por Jaílson (campeão pelo Palmeiras em 2016 e 2018), Marcelo Grohe (ex-Grêmio) e Cássio.

Goleiros com as melhores médias de gols sofridos no Brasileirão na era dos pontos corridos (2003-2019)*

GoleiroJogosGols sofridosMédia gols
Walter54430,80
Jaílson40320,80
Marcelo Grohe2051670,81
Cássio2452120,87
Bahia15130,87
Santos75660,88
Danilo Fernandes87800,92
Dida96920,96
Saulo12121,00
Tiago15151,00
Alisson44451,02
Júlio César73751,03
Luiz32331,03
Diego Alves84871,04
Renan1671741,04
Lopes37391,05
Alex Muralha75801,07
Gomes45481,07
Saja30321,07
Bruno Grassi14151,07
César36391,08
Rogério Ceni4284641,08
Aranha1791951,09
Paulo Victor1501641,09
Marcelo Lomba2722991,10
Sidão90991,10
Thiago Rodrigues19211,11
Tiago Volpi75831,11
Neto36401,11

* Mínimo de 10 jogos disputados

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